Confissões - parte 2

domingo, 27 de dezembro de 2009

Não dá pra falar do período Clássico e não citar Beethoven. Ele marca o final de uma época e o início de outra. Agregando o que há de melhor numa e noutra, cria um estilo pessoal, único e incomparável. Hoje, pra contrariar o post anterior onde eu disse que Mozart tinha Bach como companhia no meu MP3 player, ouvi mais uma vez a Nona Sinfonia de Beethoven. Ouvi a última parte, uma sinfonia dentro da sinfonia, 23 minutos de absoluto êxtase. Tenho algumas gravações dela, algumas antológicas:

- Bernstein com a Filarmônica de Viena (1979)
- Fricsay com a Filarmônica de Berlim (1958)
- Karl Bohm (não tenho informações da orquestra)
- Toscanini com a NBC (1952)

Ouvi, mais uma vez, a magnífica peça conduzida por Toscanini. Como diz um blogueiro que eu gosto muito, é pra ouvir de joelhos. Recentemente descobri um CD com uma outra apresentação de Toscanini de 1939, um ciclo de peças de Beethoven à frente da NBC. Quando eu baixar ou comprar eu falo mais dela por aqui.

Beethoven, estamos quites agora. A redenção: não há como omitir qualquer um dos três pilares da trindade da música, Mozart, Bach e Beethoven. A ordem é minha, mas por muito pouco, muito pouco mesmo, não faz diferença alguma.

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