Politica e Mudança

segunda-feira, 8 de março de 2010

"O destino de um país não depende da sua decisão na hora de votar.
Nesse jogo, o pior dos homens se iguala ao melhor;
não depende do pedaço de papel que você enfia na boca da urna uma vez por ano.
O decisivo é o tipo de homem que sai do seu quarto para a rua,
todos os dias..."

Henry David Thoreau (1817-1862)

A história que não foi contada

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010


A descoberta do Brasil - Paulo Alexandre Loução
É mister perceber que ainda falta muito a ser pesquisado e publicado sobre um tema que nos acompanha desde a escola primária, o Descobrimento do Brasil. Não quero analisar as causas da ausência de trabalho e de pesquisa sobre um tema tão importante para a história nacional, mas analisar as profundas raízes filosóficas e espirituais descritas no livro da Editora Ésquilo.

Talvez uma investigação oficial descubra que o descobrimento do Brasil não foi fruto do acaso de uma expedição que navagava pelo Caminho das Índias e que a expedição de 1500 de Pedro Álvares Cabral pode ter sido não a primeira a aportar por aqui. As cartas de navegação e a técnica marítima dos portugueses, um pequeno país europeu que não se sabe de onde tirou tanta capacidade naval, são utilizados até hoje com uma precisão impressionante. De onde veio todo este conhecimento?

A pequena resenha publicada na ante capa do livro nos dá duas possíveis respostas, o legado templário e a regência de D. João II, que se unem perfeitamente numa origem espiritual que gerou um dos períodos mais impressionantes da História de Portugal: o período dos grandes descobrimentos.

É sintomático a assinatura do Tratado de Tordesilhas pelo Rei de Portugal, garantindo a este país uma terra que ainda não existia, e que hoje constitui um país de dimensões continentais, em oposição às extensões diminutas de todos os outros países à oeste do Tratado. Ainda mais intrigante é perceber que o nome deste país continental pode ter vindo não de uma árvore que dava um fruto de cor vermalha, mas de uma antiga tradição encontrada num mapa marítimo do século XII e que contava sobre uma ilha paradisíaca localizada no meio do Oceano Atlântico e que se chamava Brasil.

Um cotidiano perverso


Cem Anos de Solidão - Gabriel Garcia Marquez

Apesar de ter gostado do livro, um livro bem escrito com uma linguagem envolvente, senti falta de um pouco de nobreza no livro. Desde o início até o final, os nomes repetem-se, a mesma monotonia, ou solidão pessoal, aproxima-se de cada um dos vários personagens que contam a estória da família Buendia.

Fiquei me perguntando se o livro era real ou ficção, dado a perversidade do cotidiano mais simples de cada personagem do livro. Se for um ensaio, fico me perguntando o que podemos ganhar contando uma realidade tão dura e perversa. Afinal de contas, a leitura estimula e ensina, cumprindo um caráter pedagógico muito eficiente. Se não for ficção, só se demonstra os aspectos mais cruéis e perversos de cada ato cotidiano, de cada personagem. De um jeito ou de outro, falta nobreza e dignidade. Não há um ato que diferencie alguém com caráter mais reto e forte. Mesmo as conquistas militares, políticas, religiosas ou sociais são todas manchadas com tons de desonestidade e corrupção.

Apesar disso, eu gostei do livro. Talvez essa seja a grande reflexão do livro. Foi o primeiro livro de Gabriel Garcia Marques que eu li. É um convite para uma próxima leitura, para confirmar ou não a minha percepção. Fico com a frase de um amiga com a qual eu comentei o texto: "Por isso Gabo não é um clássico."

As causas

sábado, 16 de janeiro de 2010

Como eu tudo, a verdadeira sabedoria provém do conhecimento das causas e não somente da catalogação das consequências. Conhecer as causas significa também 'ver' os efeitos que estas geram. Dizia há milhares de anos Hermes Trimegisto no sexto princípio do Kybalión:

"Toda a causa tem o seu efeito, todo o efeito tem a sua causa. Tudo acontece de acordo com a Lei. O acaso não é senão o nome dado a uma lei que não se conhece."
(trecho extraído do livro A Descoberta do Brasil de Paulo Alexandre Loução)

BUSCAI A GOTA D’ÁGUA

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010


Uma única gota d’água prova
a existência do Oceano, assim
como um único homem
prova a existência de Deus.”
Blavatsky

Avatar, the movie

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010


If in the first movie, Titanic, the director did not achieve a good result, it was not repeated on his last work, Avatar. A long movie (160 minutes) with outstanding visual effects, proper soundtrack, a good history and 3D scene. There is a happy end, like all hollywood movies, but your attention is caught till the end of the piece.

The Na´Vis are very charming and at the end of the film you find that what they really are is what the modern mankind is loosing every day: a group living together, respecting the planet and the nature around us, and joined on a faith that every live being is connected and mastered by a high intelligence. All in one. Ever.
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Avatar

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010


Se o diretor não acertou a mão quando fez Titanic, não repetiu o mau resultado no novo filme, Avatar. O filme tem final feliz, moralzinha hollywoodiana, 160 minutos, mas eu gostei. Saí do cinema pensando se eu estou ficando piegas a medida que fico mais velho, mas não me incomodei com isso. Curti o filme. É uma boa estória de ficção científica, apoiada por muitos efeitos especiais e por um visual 3D muito interessante. Eu esperava mais efeitos 3D, mas gostei assim mesmo. Vale o ingresso.

Li algumas críticas falando que o enredo não era legal, que os personagens não convenciam. Longe de querer ser cinéfilo como os autores destas críticas, gostei do enredo, dos atores humanos e dos personagens azuis longuilíneos. Gostei da música, gostei dos efeitos e até achei poéticos e emocionantes alguns momentos. Só espero que não tenha um Avatar 2.