La lucha por la vida

terça-feira, 29 de dezembro de 2009


A mí, como a la mayoría de las personas, me hubiese gustado que en vez de “por lucha por la vida” la evolución fuese por “la persuasión de la vida” pero todos sabemos, por experiencia propia, que con la persuasión sólo, los resultados son lentos y pobres. El dolor nos hace conscientes de los peligros y nos ayuda a evitarlos: un calambrazo tocando un enchufe, un corte pelando patatas, un café derramado en la mesa, el pan con mantequilla sobre nuestro pantalones nuevos, un examen que no se prepara con tiempo suficiente, una quemadura por tocar una plancha caliente, etc.

Bajo esta perspectiva la famosa frase: “Avanzar a pesar de las dificultades”, toma un nuevo sentido, más completo y más profundo; no avanzamos a pesar de las dificultades sino gracias a ellas.

Deus

"Se, atualmente, recuperarmos a quase perdida arte de encontrar Deus, libertar-nos-emos de muitas limitações, racismos e fanatismos. Libertar-nos-emos da angústia e seremos naturalmente voluntariosos, bons e justos. Deus não é um juiz severo, nem um pai, nem uma mãe, nem um carrasco....Deus é simplesmente Deus....quem o encontra, sabe" (Jorge Angel Livraga).

Filho da Internet

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

No início era só um cara desajeitado tentando dançar. O nome da figura é Matthew "Matt" Harding, e de uma cara desengonçado, virou celebridade na net, foi contratado pelo cartão VISA e ficou conhecido mundialmente. Além disso, o cara é designer de games. Coisas da internet. Olha o vídeo mais novo do cara: http://goo.gl/dpO7

Frase

"O Trabalho é meu elemento. Nasci e fui feito para trabalhar. Já alcancei os limites de minhas pernas, já conheci os limites de meus olhos, mas nunca encontrei os limites de meu trabalho...!"
(Napoleão Bonaparte)

Confissões - parte 2

domingo, 27 de dezembro de 2009

Não dá pra falar do período Clássico e não citar Beethoven. Ele marca o final de uma época e o início de outra. Agregando o que há de melhor numa e noutra, cria um estilo pessoal, único e incomparável. Hoje, pra contrariar o post anterior onde eu disse que Mozart tinha Bach como companhia no meu MP3 player, ouvi mais uma vez a Nona Sinfonia de Beethoven. Ouvi a última parte, uma sinfonia dentro da sinfonia, 23 minutos de absoluto êxtase. Tenho algumas gravações dela, algumas antológicas:

- Bernstein com a Filarmônica de Viena (1979)
- Fricsay com a Filarmônica de Berlim (1958)
- Karl Bohm (não tenho informações da orquestra)
- Toscanini com a NBC (1952)

Ouvi, mais uma vez, a magnífica peça conduzida por Toscanini. Como diz um blogueiro que eu gosto muito, é pra ouvir de joelhos. Recentemente descobri um CD com uma outra apresentação de Toscanini de 1939, um ciclo de peças de Beethoven à frente da NBC. Quando eu baixar ou comprar eu falo mais dela por aqui.

Beethoven, estamos quites agora. A redenção: não há como omitir qualquer um dos três pilares da trindade da música, Mozart, Bach e Beethoven. A ordem é minha, mas por muito pouco, muito pouco mesmo, não faz diferença alguma.

Confissões de um melômano

O ano se encerra ao som de muito Mozart. À medida que leio outra biografia dele (link), corro ansioso para a minha biblioteca de MP3 para ouvir novamente as peças que vão sendo descritas. Mentalmente comparo com os quatros volumes da última biografia que li (link), autoria de Christian Jacq. Talvez ambas sejam ficções históricas, baseadas em fatos reais, mas cada um descreve a vida de Mozart de acordo com as pretensões e disposições peculiares de cada um (Christian Jacq é um egiptólogo maçom e o Casas é um jornalista premiado). A única certeza que extraio deste mergulho musical e biográfico é que Mozart vai me acompanhar pelo resto da vida, justificando e entendendo porque gosto especialmente do mestre de Salzburgo.

No meu MP3 Player, Mozart tem Bach como companhia. Historicamente conectados através de um filho de Bach (Johann Christian Bach), musicalmente unidos pelo classicismo e pelo estilo galante, desfilam nobreza, harmonia e muita beleza demonstrando os mais belos momentos da história da música. O maestro Julio Medaglia descreve com precisão o período da história da música vivido por estes dois compositores: "O termo clássico relaciona-se diretamente com os ideais apolíneos da antiga Grécia: objetividade, controle emocional, clareza formal e respeito pelos princípios estruturais do discurso musical." Mesmo fugindo eventualmente até o período barroco pra ouvir Bach, não consigo me afastar do estilo clássico e sempre volto saudoso à segunda metade do século XVIII e início do século XIX.

Até tu Wikipedia?

sábado, 26 de dezembro de 2009


A romântica idéia de uma enciclopédia livre sofreu mais um golpe. Aliás, eu devo voltar a escrever sobre isso, que é a maior farsa da atualidade, o Aquecimento Global. Mas antes, quero apontar uma reportagem do Mídia @ Mais que divulga o escândalo da manipulação de dados apresentados pela Wikipedia para alimentar a campanha do aquecimento global.